Eles querem nos dividir

Essa semana reparei o quanto estamos divididos:
– Trans não querem lutar pelos gays;
– Gays não querem lutar pelos artistas;
– Artistas não querem lutar pelos pobres;
– Pobres não querem lutar pelas mulheres;
– Mulheres não querem lutar pelos estudantes;
– Estudantes não querem lutar pelos idosos;
– Idosos não querem lutar pelos pretos;
– Pretos não querem lutar pelos índios.

Cada um vive na sua luta individual, egoísta e, cada vez mais, brigando entre si. Tudo isso só colabora para nos enfraquecer e nos dividir.

Já os índios, são os únicos que parecem lutar por todos nós, ao perderem suas vidas para proteger aquilo que nos mantém vivos (por enquanto): a Amazônia.

onca amazonia

Foto: WWF

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Você sabe a diferença entre uma notícia legítima e as Fake News?

 

Fonte: Você sabe a diferença entre uma notícia legítima e as Fake News?

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Pequenos e médios empresários enganados por “movimentos” online

Somos 99%

Desde de 2013, quando o “Gigante Acordou”, movimentos sociais, empresariais e de produção dos mais diversos setores do País começaram, aos poucos, a se desfragmentarem e se dividirem. Passou-se, então, de uma indignação geral e coletiva da sociedade para um briga constante entre dois lados: direita X esquerda.

HISTÓRICO DA GUERRA DA INFORMAÇÃO

O dia 16 de junho de 2013 entrou para a história do Brasil, enquanto o mundo estava de olhos voltados para o que acontecia no País. As pessoas estavam nas ruas, juntas, contra um único inimigo: o Governo e a opressão policial.

Leia-se o governo em todos os sentidos: Nacional, Estadual, Municipal, poderes do executivo, legislativo e judiciário. Os funcionários dos 1%. A população já estava de saco cheio de tudo que via. E nunca ouve uma indignação coletiva tão grande como a do dia 16 de junho de 2013.

Por que aconteceu essa indignação toda?

A…

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Beats that are inspiring me at work right now

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Three thousand realms in a single moment of life

I’m happy that my lovely neighbors woke me up so early this Saturday. I happily took advantage of this morning event to attend the first study meeting of my district – first because it feels like a New Years after that Playa adventure – and it was fantastic, indeed. We meditated and studied about the “Three thousand realms in a single moment of life”, a Buddhist study that explains how our hearts can drive our connection with the universe (living beings and environment). Which was exactly what happened, like magic, in the past two weeks. Not a coincidence. I’m so grateful and excited with this thing that I thought it was worth to share on here. We. Are. All. Connected.#NMRK

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Fazer o bem, sem se promover por isso

Ha alguns anos atrás, participei de uma arrecadação de dinheiro para uma campanha x. O que foi um sucesso e, com a doação de um grupo de pessoas, conseguimos atingir uma meta ambiciosa. E no final, o grupo realizou um evento para reunir os doadores e entregar, como forma de gratidão, um “certificado”, com nome impresso, data, valor doado e tudo. Eu fui, todo feliz e orgulhoso. Quando os certificados foram entregues na cerimônia, percebi que esqueceram o meu. Fiquei muito irritado, porque naquela época foi um valor relativamente alto para quem arcava com as despesas de casa, escola e tudo, sozinho. Virei para um grande amigo que lá estava e reclamei “poxa, esqueceram de mim!”. Ele, muito sábio (aliás, um querido até hoje), virou pra mim e disse “Gustavo, as pessoas não precisam saber que você doou, nem do valor que foi doado. O universo sabe, e isso já é o suficiente”. Confesso que fiquei puto porque, com o meu ego elevado, queria mesmo era estar lá – naquele palco de doadores – para ganhar certo reconhecimento do grupo. Mas daí o tempo foi passando e vários benefícios começaram a acontecer em minha vida, um atrás de outro. Foram tantos que nem cabe relatar aqui. O que aprendi de lá pra cá foi que não é preciso expor as minhas boas ações pra ninguém, não preciso divulgar pra Deus e o mundo qualquer doação, voluntariado ou colaboração que faço. Já que o universo (aka Deus) tudo vê, qual é a necessidade de me expor? E hoje tenho absoluta certeza disso: esforços invisíveis = benefícios visíveis.
Fico olhando essa galerinha que adora usar a boa ação em cima de gente necessitada pra se promover e me dá uma ânsia de vômito. Cara, vai lá e faz! Não precisa se promover. Quem foi beneficiado, irá saber que foi você quem fez a diferença na vida dele. Nem que ele seja um animal, uma planta, um chão limpo. E só isso já conta, e muito, pra acumular uma grande boa sorte nesta existência. Dá pra ser do bem sem se auto congratular por isso. Já dizia o ditado “a caridade deve ser anônima, do contrário, é vaidade”.

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Como foi a minha transição da religião para a espiritualidade

 

Conversando com alguns amigos aqui, percebi que muita gente anda afastada da religião e desiludida, sem uma prática da espiritualidade.
Há 10 anos atrás eu passava por um dos períodos mais difíceis da minha vida: o da transição da religião para a espiritualidade.
Vindo de uma família católica, com a forte presença de Deus no coração e no vocabulário diário, fui batizado logo quando bebê, na basílica da Aparecida do Norte. Cresci com a fé na figura de Deus, ainda mais pela bondade de mãe, do carinho das minhas tias e tios (do lado materno) que sempre foram exemplos pra mim. Catequizado aos 13 e com um caderninho que carregava os selinhos de cada missa de domingo que participava, era fiel à Deus e à Igreja. Estudávamos a Bíblia e as suas histórias, me debruçava na cama antes de dormir pra pedir à Deus o perdão, todos os dias. Sabia que Jesus e Deus eram personagens diferentes (sim, tem gente que não sabe separar isso e acham que os dois são a mesma “pessoa”). No caso, eu era o pecador, que por mais que ninguém soubesse, carregava aquele sentimento de culpa sem fim por ser simplesmente quem eu sou. Era acompanhado por aquela sensação de que tudo que eu fazia, ele estava olhando – e me julgando – dos Céus.
Já na adolescência, depois dos 15 anos, a coisa ficou mais complicada. Perdi a conta de quantas noites eu orava o Pai Nosso, pedindo perdão e misericórdia, aos prantos, com medo (e a quase certeza) de que iria para o inferno. Sabia disso pelos erros que cometia diariamente (impulsos naturais do meu ser ao olhar para as pernas dos meus amigos heteros, que cresciam os pelos da puberdade, com um desejo que nem eu mesmo entendia o que significava).
Quando emagreci, me forcei a ficar com o maior número de garotas que podia. Não para provar à mim, mas também à sociedade, de que eu era macho. Principalmente à Deus (o que tudo olhava).
O que foi um grande erro.
Ia com a minha tia para as missas do Padre Marcelo. Que eram muito boas, por sinal. Músicas alegres e dançantes. Que energia! Que animação! Parecia que tinha encontrado o meu lugar.
Ao mesmo tempo, na escola, os estudos da química, física, história, geografia e biologia não batiam mais com o que eu tinha estudado na Bíblia. As matérias escolares passaram e ficar mais interessantes e foi justamente quando a minha tia faleceu (em 2007) e essa relação com a igreja se foi de uma vez por todas na minha vida.
Passei por momentos difíceis, de violência doméstica quando minha mãe começou um relacionamento com um cara violento: o que foi bom, pois me forcei e ficar fora de casa a maior parte do tempo. Me tirou daquele mundo limitado de bairro pra ir pra faculdade e conhecer pessoas de todos os cantos do País. Me mudei pro centro de SP e descobri que existia um universo com pessoas iguais à mim, onde se encontravam nos bares e restaurantes e podiam ser eles mesmos, sem medo.
Fiz vários amigos da mesma “casta” e cheguei a encontrar garotos do meu bairro que também eram “refugiados” nos finais de semana, em segredo.
Na época, uma amiga me falou de um mantra budista, que ficou na minha cabeça por dois anos. Até quando conheci o budismo chegou de uma vez por todas através de outra pessoa, na porta de um bar.
Resumindo: hoje tenho o Deus no coração de uma forma muito, muito mais forte e leve. Essa figura de um senhor de cabelos longos e barba branca, te olhando de cima das nuvens o tempo todo, não existe mais pra mim.
Compreendi que Deus é essa energia poderosa que rege todos os fenômenos do universo. Ele é a lei de causa e efeito, no qual todos estamos conectados, mas muitos a ignoram. A ciência prova a exista dessa lei pela física quântica, o que fica mais “palpável”. No Budismo, a chamamos de Lei Mística (mística = perfeita) de causa e efeito. Não existe a figura externalizada de Deus, do “Pai”. Até porque “ele” está em TODAS AS PESSOAS, animais e meio ambiente, e por isso devo respeitá-los, todos os dias. Diferente do que vejo o tempo todo, de pessoas que se dizem cristãs e desrespeitam os outros, passam a perna, fazem jogos de poder, espalham fofocas, calúnias e ainda tem a cara de pau de escrever o nome de Deus no Facebook, achando que irá diminuir a culpa no ticket VIP pro inferno.
Hoje não peço mais, determino.
Não carrego mais a culpa, mas sim a responsabilidade.
Não existe misericórdia, mas sim o perdão.
Não sou perfeito, mas posso melhorar.
E tenho a certeza de que o inferno é aqui e agora (pelo nosso estado de vida), e somos nós que escolhemos onde queremos estar pelos atos diários do nosso cotidiano. Que sem dúvidas, a lei de causa e efeito não falha pra ninguém.

*Antes de me mudar do Brasil, tirei essa foto dos pingentes que ganhei nas missas onde fui com a minha tia no Brasil. Muito carinho e gratidão pelas coisas boas que aprendi e carrego em meu coração.

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