Ilumina – an interactive light and sound sculpture

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Como as jornadas musicais me ajudaram a sair da depressão

The Free Thinker Framed Print by Jimmy Ovadia

Música para a alma e para a saúde mental

Sou uma pessoa que tem preguiça. Mas não é aquela preguiça da sair da cama cedo, pra se exercitar ou realizar uma tarefa importante. É a preguiça “do mesmo”. Preguiça do ego alheio, do mainstream, de tudo aquilo que é pop, “padrão” numa sociedade doente e viciada em coisa ruim.

E a música é uma das coisas que me incentiva a ir e ficar, ou me faz escolher não estar em algum lugar. Respeito os artistas que estão nas paradas “topzeras” brasileira e mundial. Mas gosto é gosto e não dá pra ficar ouvindo a mesma coisa que todo mundo escuta o tempo inteiro. Por isso é preciso encontrar alternativas.

Falar sobre música é falar sobre arte. A música eletrônica, por xemplo, é uma das minhas favoritas. Escuto para me exercitar ou no meu dia-a-dia no trabalho. Pelo fato de não ter uma letra que distrai o nosso cérebro, mas sim, o fundo branco (no ritmo de uma locomotiva), que permite me concentrar em tarefas importantes como levantar peso, fazer uma posição de yoga ou editar um planilha que exige muita concentração no trabalho.

Escrevi um post em 2015 sobre como sobrevivi a depressão dos 27 anos e de lá pra cá tenho investido em diversas atividades que me permitem viver mentalmente saudável entre tantas injustiças que presenciamos no mundo hoje – e a música é uma dessas atividades-chave no meu combate à depressão.

O que são as jornadas musicais?

São aqueles sets longos de 1 ou 2 horas que trazem diversos ritmos e culturas diferentes. O aplicativo que uso diarimanete para encontrar novos sets é o SoundCloud.

Cada set é uma obra de arte que nos faz sentir tantas emoções pela construção e arranjo musical que ajuda, inclusive, a praticar a paciência. Escutar um set inteiro sem “correr alguns minutos a frente” é se permitir descobrir as maravilhas que existem dentro de 1 ou 2 horas de muita música de qualidade.

Uma das produtoras que mais gosto, se chama Martha Van Straaten. Uma alemã, apaixonada por música brasileira e africana, que constroi jornadas musicais onde, muitas vezes, me dão arrepios, calafrios, e invocam sentimentos que só podem ser dos meus ancestrais – talvez coisas que estejam escondidas na memória do nosso DNA.

São sensações que eu jamais iria sentir ao ouvir artistas famosos como XXX, YYY, ou ZZZ (prefiro não citar nomes pra não deixar gente triste) da “cena” de música eletrónica brasileira e mundial. Quando me dizem que DJ X “vai tocar”, logo respondo “Não, obrigado. Vai vc, se joga!”.

Prefiro chamar estes artistas que produzem as jornadas musicais de produtores do que DJ’s, pelo simples fato deles construirem um set inteiro baseado em um storytelling forte: muitos deles, na sua maioria, contam histórias no decorrer da trilha musical. Conseguem transmitir a alegria, a aflição, o medo, a coragem, o baixo e o alto estado de vida emocional do ser humano, tudo em um único arquivo. E isso é fantástico.

Outro fato que faz me sentir vivo é a consciência (talvez sem querer) política destes produtores. Eles trazem, entre os mais diversos ritmos, mensagens muito importantes dentro destes sets.

Já escutei sets falando sobre os escravos, seus tambores, a imgração histórica, o canto e ritmo árabe, o grito dos haborígenas, dos índios americanos e, inclusive, sons dos mais diversos animais em completa harmonia com a construção musical. Isso é muito foda.

São tantas mensagens fortes e importantes que o mundo precisa escutar, que decidi escrever este post pra compartilhar com meus amigos que buscam por um pouco mais de esperança em plano 2018, onde tudo parece fora do lugar.

Outros artistas que descobri nestes últimos anos e que recomendo seguir no SoundCloud:

Tem mais sugestões? Me siga no SoundCloud (https://soundcloud.com/gustavosanti) e vamos trocar dicas de jornadas musicais. Elas podem, sem dúvidas, salvar vidas.

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Eles querem nos dividir

Essa semana reparei o quanto estamos divididos:
– Trans não querem lutar pelos gays;
– Gays não querem lutar pelos artistas;
– Artistas não querem lutar pelos pobres;
– Pobres não querem lutar pelas mulheres;
– Mulheres não querem lutar pelos estudantes;
– Estudantes não querem lutar pelos idosos;
– Idosos não querem lutar pelos pretos;
– Pretos não querem lutar pelos índios.

Cada um vive na sua luta individual, egoísta e, cada vez mais, brigando entre si. Tudo isso só colabora para nos enfraquecer e nos dividir.

Já os índios, são os únicos que parecem lutar por todos nós, ao perderem suas vidas para proteger aquilo que nos mantém vivos (por enquanto): a Amazônia.

onca amazonia

Foto: WWF

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Você sabe a diferença entre uma notícia legítima e as Fake News?

 

Fonte: Você sabe a diferença entre uma notícia legítima e as Fake News?

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Pequenos e médios empresários enganados por “movimentos” online

Somos 99%

Desde de 2013, quando o “Gigante Acordou”, movimentos sociais, empresariais e de produção dos mais diversos setores do País começaram, aos poucos, a se desfragmentarem e se dividirem. Passou-se, então, de uma indignação geral e coletiva da sociedade para um briga constante entre dois lados: direita X esquerda.

HISTÓRICO DA GUERRA DA INFORMAÇÃO

O dia 16 de junho de 2013 entrou para a história do Brasil, enquanto o mundo estava de olhos voltados para o que acontecia no País. As pessoas estavam nas ruas, juntas, contra um único inimigo: o Governo e a opressão policial.

Leia-se o governo em todos os sentidos: Nacional, Estadual, Municipal, poderes do executivo, legislativo e judiciário. Os funcionários dos 1%. A população já estava de saco cheio de tudo que via. E nunca ouve uma indignação coletiva tão grande como a do dia 16 de junho de 2013.

Por que aconteceu essa indignação toda?

A…

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Beats that are inspiring me at work right now

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Three thousand realms in a single moment of life

I’m happy that my lovely neighbors woke me up so early this Saturday. I happily took advantage of this morning event to attend the first study meeting of my district – first because it feels like a New Years after that Playa adventure – and it was fantastic, indeed. We meditated and studied about the “Three thousand realms in a single moment of life”, a Buddhist study that explains how our hearts can drive our connection with the universe (living beings and environment). Which was exactly what happened, like magic, in the past two weeks. Not a coincidence. I’m so grateful and excited with this thing that I thought it was worth to share on here. We. Are. All. Connected.#NMRK

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